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8 Dicas para não errar na hora de nomear um Arquivo

Mesa organizada com caderno e laptop, para discutir a forma de nomear arquivos.

Você já passou pela situação de escrever um documento, salvar o arquivo e depois perdê-lo completamente em sua máquina?

Além de ser muito importante fazer backups e salvar cópias de seus arquivos como medida de segurança, é preciso nomear cada um deles de forma que seja fácil encontrá-los e acessá-los sempre que necessário.

A melhor forma de nomear seus arquivos é definir um padrão lógico que seja fácil de lembrar e ser seguido por você, ou por sua equipe, caso seja compartilhado com mais pessoas. Foi pensando nisso que preparei esse guia rápido com dicas que te ajudarão a nunca mais perder um arquivo em seu computador. Confira!

  1. Crie uma nomenclatura padrão que seja comum a todos da equipe: assim, o acesso aos arquivos fica mais fácil, ágil e democrático;
  2. Dê nomes simples: escolha nomes que digam, em poucas palavras, o tema principal do conteúdo do arquivo. Evite nomes genéricos como “relatório” ou “documento”, mas também não seja extremamente específico, para evitar visitas indesejadas em seus documentos;
  3. Evite criar códigos: criar um código para nomear seus arquivos pode parecer uma boa ideia, mas a longo prazo isso tende a atrapalhar, pois o sistema de códigos pode deixar de ser familiar para você, além de não ser compreendido por outras pessoas;
  4. Registre versões: sempre que realizar uma edição, não se esqueça de atribuir uma versão para o arquivo. Para grandes alterações, use “v.1”, por exemplo; quando fizer uma correção ou alteração simples, você pode considerar como versão “v.1.1”. Fuja de nomes como “versão final” ou “corrigido”;
  5. Atribua a data: no final do nome, coloque a data invertida (ano, mês, dia), assim, sempre saberá quando foi feita a última alteração no arquivo;
  6. Crie pastas: depois de nomear, organize seus arquivos em pastas. E lembre-se de que toda a organização deve seguir uma lógica de nomenclatura, ou seja, não adianta nomear e agrupar seus documentos para guardá-los em uma pasta chamada “nova pasta”;
  7. Não guarde arquivos desnecessários: exclua duplicatas e evite acumular arquivos desnecessários, que podem poluir e atrapalhar a visualização daquilo que realmente importa. Crie pastas e arquive aquilo que é importante, mas já não está em uso. Deixe à mão apenas o que for necessário, assim não se confundirá na hora de abrir ou enviar um documento;
  8. Mantenha sua organização: toda vez que iniciar um documento, já salve com o nome de acordo com o padrão pré-definido por você e na pasta correspondente. Evite acumular pendências desnecessariamente.

Manter os arquivos bem nomeados e agrupados é fundamental para evitar que qualquer informação se perca. Seguindo essas dicas, você não perderá mais tempo procurando ou refazendo um documento.

Se desejar, você pode criar uma planilha ou mapa mental para guardar o nome de seus arquivos e assim criar um guia de consulta rápida que ajude a lembrar sobre o que se trata cada documento e onde pode encontrá-lo. Porém, tome cuidado com informações sigilosas, lembre-se de que a segurança deve vir em primeiro lugar.

Me conta aqui nos comentários se você conhece mais alguma dica para a nomenclatura e categorização de arquivos, vou adorar saber!

Obrigada, e até a próxima 🙂

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5 atitudes que te ajudam a demonstrar empatia

Varal com figura de coração pendurado, representando um gesto de empatia.

Empatia é a palavra da vez, parece que a ouvimos em todos os lugares. Mas, apesar de estar na moda, será que esse conceito é mesmo tão praticado?

E você, sabe o que é empatia?

De modo geral, podemos descrever empatia como a capacidade de se colocar no lugar de outra pessoa e sentir ou entender o que ela está passando. Porém, precisamos entender as nuances implicadas nesse processo: ao ver uma pessoa triste, posso, por exemplo, sentir pena de sua situação e isso não significa, necessariamente, que eu esteja tendo uma atitude empática.

Antes de explicar o que é empatia, gostaria de falar sobre o que ela não é, pois, muitas vezes, confundimos outras atitudes e sentimentos com esse conceito. E, com isso, corremos o risco de afetar nossas relações com as outras pessoas, mesmo que tenhamos as melhores intenções.

  • Empatia não é simpatia: simpatia é uma relação mais superficial, como quando você sorri e diz ao outro que “vai ficar tudo bem”, sem acolher seus sentimentos e entender a complexidade do que essa pessoa está realmente sentindo;
  • Empatia não é aconselhar: temos a mania de querer resolver tudo. Mal ouvimos o outro falar e já tentamos propor soluções, sendo que, às vezes, essa pessoa só quer poder falar e ser ouvida;
  • Empatia não é uma competição por problemas: outro erro comum é, numa tentativa de animar o outro, começarmos também a falar dos nossos próprios problemas. Assim, quando percebemos, estamos discutindo para saber quem sofre mais.

Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro, sendo o outro. Sem julgar ou tentar encontrar uma solução. É se esforçar para estar aberto a enxergar para além do próprio ponto de vista. Envolve presença e escuta genuínas, que resultam em conexão entre duas pessoas.

Empatia envolve uma atitude de curiosidade e interesse. É preciso que você escute o outro, pergunte sobre seus sentimentos, entenda suas necessidades e desejos. Pois, apenas assim, conseguirá enxergar uma situação com os olhos do outro.

Estar aberto para a empatia requer lidar com uma dose de vulnerabilidade. Isso porque, ao se conectar com o que outra pessoa sente, você precisa primeiro estar atento e confortável em relação aos próprios sentimentos. Assim, conseguirá separar o seu ponto de vista dos demais. Isso significa que o autoconhecimento é peça-chave no processo de construir relações mais empáticas e profundas.

Segundo estudiosos de Inteligência Emocional, existem três tipos de empatia, são elas:

  • Empatia Cognitiva: entender o ponto de vista do outro, ou seja, a capacidade de entender os sentimentos e pensamentos de outra pessoa ao colocar-se no lugar dela;
  • Empatia Emocional: compartilhar os sentimentos do outro, sentindo o que o outro sente. Envolve um nível mais profundo de conexão emocional, onde é possível sentir até fisicamente o que o outro sente;
  • Empatia Compassiva: é simplesmente perceber que o outro precisa de ajuda e, assim, colocar-se à disposição para ajudar, respeitando o tempo e espaço dessa pessoa. Também pode ser chamada de preocupação empática.

A capacidade de se colocar no lugar de outra pessoa é uma das principais ferramentas da Inteligência Emocional. Ser uma pessoa empática muda a relação que temos com nossas próprias atitudes, comportamentos e sentimentos, e isso muda como nos portamos frente ao mundo em relação às outras pessoas.

Ao exercitar e desenvolver nossa capacidade empática, também ampliamos nossa visão de mundo, pois além de autoconhecimento, aprendemos a questionar nossas certezas e suposições, enxergando o mundo a partir de outras perspectivas.

A seguir, listei uma série de comportamentos que você pode adotar para ir em direção de uma vida mais empática. Confira!

  1. Avalie sua perspectiva em relação ao outro: esse deve ser um exercício constante. Saiba que sua percepção não é uma verdade absoluta, evite fazer julgamentos e pressuposições. Esteja realmente aberto para conhecer perspectivas diferentes da sua;
  2. Adote uma postura de curiosidade: pergunte e esteja disponível para ouvir, conheça os pontos de vista do outro, respeite suas opiniões;
  3. Escute verdadeiramente: saiba ouvir sem julgar e sem querer resolver os problemas do outro. Você precisa entender quais são os sentimentos e as necessidades dessa pessoa antes de querer eliminar desconfortos e propor uma solução baseada em sua experiência ou opiniões;
  4. Nem sempre você precisa falar: em determinadas situações, demonstrar compaixão é saber acolher, ouvir o que chega do outro, sem dizer nada em resposta;
  5. Comunique-se com clareza: para evitar ruídos e mal-entendidos, seja claro e assertivo em suas falas. Mostre-se disponível para ajudar, mas sempre mantenha uma atitude respeitosa perante o outro.

Agora que você já sabe o que é empatia, e já conhece os comportamentos que, apesar de parecerem empáticos, vão contra a mensagem desejada, fique atento para colocar essa atitude em prática no seu dia a dia e senti a melhoria em suas relações e também no seu processo de autoconhecimento.

Se você gostou dessas dicas e pensou em mais alguma, me conta aqui embaixo nos comentários, porque não tem nada melhor do que trocarmos experiências e aprendermos juntos!

Um abraço, e até a próxima 🙂

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6 motivos para organizar o ambiente à sua volta

Mesa de trabalho organizada. A imagem passa uma sensação de tranquilidade.

“Entra, e não repara na bagunça!”

Quantas vezes você já ouviu essa frase? E quantas vezes foi você quem disse?

Existe um mito de que cada um se entende com a sua bagunça. Eu discordo. E vou te mostrar o porquê neste artigo.

Por mais que você ache que sabe “se virar” no meio das suas coisas, o fato é que a falta de organização nos faz perder muito tempo no dia a dia, e pode ser fator gerador de estresse e ansiedade.

Uma vida mais organizada traz benefícios tangíveis para sua produtividade e garantem mais saúde e bem-estar.

Pra começo de conversa, é importante entender que organizar é encontrar soluções lógicas para as coisas e situações que permeiam nossas vidas. A partir do momento que você cria categorias e define lugares específicos para as coisas, deixa de usar parte da sua rotina para lidar com coisas fora do lugar.

Uma vez que essa forma de pensar vai se instalando e vira um hábito, é fácil levá-la para sua agenda, trabalho e qualquer outra área da vida.

Minha dica é começar organizando o espaço físico à sua volta, seja seu guarda-roupa no quarto, mesa do escritório, enfim, qualquer lugar que você onde você passe bastante tempo e necessite de ordem.

A seguir, você confere uma lista com 6 motivos para organizar seu espaço pessoal:

  1. Encontrar o que precisa de forma rápida: ao categorizar os itens, você economiza tempo da rotina, otimizando a forma como agrupa e armazena os itens, tornando mais fácil encontrá-los e guardá-los novamente, após o uso;
  2. Melhor utilização do espaço: facilita a limpeza e higienização do ambiente, além de conseguir usar melhor seu espaço, agrupando itens semelhantes e aproveitando da melhor forma possível o tamanho de cada compartimento ou ambiente;
  3. Economia: ao manter tudo em seu devido lugar, você evita gastos desnecessários, recomprando um item ou evitando que algum produto passe da validade parado na prateleira. Possibilita também que você encontre gargalos em suas finanças e tenha total controle do seu fluxo de caixa;
  4. Praticidade e funcionalidade: quando o ambiente está organizado, você consegue gerenciar melhor seu tempo, ganhando maior fluidez na rotina e evitando retrabalho com arrumações constantes;
  5. Sensação de bem-estar: um ambiente limpo e organizado traz mais conforto, contribuindo com a saúde física e mental. Estar em um lugar visualmente agradável também nos ajuda a elevar a autoestima e o bem-estar. Isso, sem contar que a sensação de “dever cumprido” é uma ótima aliada na redução do estresse e da ansiedade;
  6. Produtividade e Gestão de tempo: o resultado de uma boa organização é certeiro. Com o ambiente organizado, as coisas caminham com mais tranquilidade e você tem aumento significativo na produtividade. Com mais foco e menos mudanças de contexto, você consegue aumentar sua concentração e eficiência.

Organizando sua rotina, é possível fazer uma gestão inteligente do tempo. Tenha mais tempo para você e para fazer aquilo que realmente importa. Diga adeus à procrastinação.

Se você der uma chance para a organização, será recompensado com mais eficiência e produtividade. E, em breve, verá a diferença que um espaço organizado pode fazer em sua rotina.

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Autocuidado: mais saúde e bem-estar em sua rotina

Foto com livro e vela acesa, em um espaço bastante confortável para um ritual de autocuidado.

Chegar em casa, tirar os sapatos apertados e sentir a maciez do tapete em contato com seus pés; fazer um chá quentinho para acompanhar a leitura de um livro; ouvir uma playlist enquanto faz as tarefas domésticas; desligar o celular e ir para a cama mais cedo.

Existem pequenas atividades que fazemos em nossa rotina que nos dão prazer e são formas de descansar, ter lazer ou mesmo cuidar da saúde. É esse conjunto de rituais que recebem o nome de autocuidado, e é sobre isso que vou falar no post de hoje. Confira!

Mas afinal, o que é Autocuidado?

Como o próprio nome já diz, autocuidado refere-se ao ato de cuidar de si mesmo. Por isso, para desenvolver tais hábitos, é preciso estar atento às próprias demandas e necessidades. Seus rituais devem estar sempre em harmonia com seus objetivos, interesses e prazeres.

Muitas coisas podem ser consideradas como ações de autocuidado. Seu maior objetivo é cuidar da própria saúde e promover sensação de bem-estar.

É aprender a se dar um respiro. É impossível sentir-se bem o tempo todo, mas, com um pouquinho de atenção aos próprios sentimentos e às demandas do organismo, é possível encontrar e aperfeiçoar um estilo de vida que lhe gere mais prazer do que desconforto. É adotar atitudes positivas em relação à vida, priorizando a saúde física e mental.

É importante lembrar que não existe fórmula mágica, se é um processo extremamente pessoal, é necessário que cada um descubra aquilo que lhe faz bem, ou seja, encontre suas próprias formas de se cuidar. Afinal, o que é cuidado para mim, pode não ser para você.

Isso quer dizer que vai além de fazer um SPA em casa ou praticar cuidados estéticos. Pode ser algo ainda mais básico, como se alimentar bem e ter um sono regulado, ou mais abrangente, como falar ao telefone com uma pessoa querida ou maratonar uma série em seu dia de folga.

Cuidar de si, por mais irônico que pareça, é uma atividade que requer prática, isso porque mesmo morando dentro de nosso corpo, é comum sermos negligentes quanto a alguns cuidados básicos. Por isso, é preciso adotar uma atitude de abertura e estar disposto a olhar para si e fazer alguns esforços para conseguir mudar sua rotina.

Em resumo, é conseguir acrescentar práticas saudáveis à rotina que beneficiem sua mente e/ou corpo. Isso também é uma forma de aumentar o amor próprio, ou seja, conhecer e respeitar seus limites, prezando por sentir-se bem consigo mesmo e com quem se é.

Uma vida equilibrada traz benefícios para qualquer pessoa. Independente de gênero ou idade, todos devem se preocupar com a saúde. E, os cuidados tendem a melhorar até mesmo nossas relações sociais, a vida financeira e aumentar a produtividade.

Quem não deseja levar uma vida com mais harmonia?

Se quer exercer o autocuidado, esteja pronto para uma transformação de pensamento e comportamento. Mudar ou criar hábitos requer disciplina, foco e determinação. É preciso fazer um esforço consciente para colocar as novas atividades em prática, até que elas sejam incorporadas ao seu dia a dia.

Junto com a prática, cresce o sentimento de valorização pessoal, ou seja, quando você conhece e respeita seu valor, é mais natural que consiga encontrar tempo e invista recursos e energias para cuidar de seu bem mais precioso: você!

O que o Autocuidado não é?

Faço questão de destacar: autocuidado não é egoísmo!

Tão importante quanto cuidar de amigos e familiares, é saber cuidar de si. E isso não significa que você não se importe ou não se preocupe com as outras pessoas. Quer dizer apenas que entende a importância de estar bem consigo mesmo para que possa então contribuir com o bem-estar coletivo.

Seja gentil com você mesmo e torne as suas necessidades uma prioridade constante. E assim terá disposição para ajudar no cuidado das pessoas que ama.

Para isso, será necessário reservar tempo para realizar suas atividades e praticar seus rituais de cuidado, talvez você precise dizer alguns “nãos” pelo caminho e estabelecer limites entre suas necessidades e as demandas externas. Saiba que não há mal nenhum em fazer isso, o segredo está em encontrar um equilíbrio em sua vida.

Qual a importância do Autoconhecimento nesse processo?

Saber reconhecer e atender às próprias necessidades é algo que exige prática. Priorizar suas próprias vontades não é algo que acontece do dia para a noite.

Praticar o autoconhecimento é essencial para entendermos nossas atitudes e a sincronia entre as reações do organismo e tudo aquilo que acontece em nossa vida. É praticar a autopercepção, entendendo o que se sente, pensa ou gosta.

Essa é uma ferramenta muito importante para a saúde como um todo, pois nos permite conhecer nossas condições físicas e emocionais. Assim, conseguimos entender e temos motivação para atender nossas necessidades pessoais, respeitando nossos próprios limites e buscando levar uma vida mais harmônica.

Já que somos seres inteiros, corpo e mente estão conectados. Por isso não adianta dar atenção a um e negligenciar o outro, sintomas costumam ser um aviso de que algo não vai bem. É preciso dedicar atenção e cuidados para se conhecer e entender o que gera um desconforto ou irritação. Conhecer nossos incômodos é o primeiro passo em direção a uma solução, mudança ou tratamento.

Autoconhecimento é um fator de Inteligência Emocional e pode ser desenvolvido com esforço e dedicação. A autoestima também é muito bem-vinda nesse caminho de descobertas, pois permitirá que acreditemos e valorizemos nossas próprias vontades e decisões.

Somente assim, com muita atenção e praticando no dia a dia é que você descobrirá quais práticas e rituais de autocuidado melhor funcionam para você. Não copie, experimente. Se questione sobre a experiência e tente, sempre que necessário, encontrar formas de gerar bem-estar a si mesmo.

Autocuidado e Saúde Física:

Cuidar do corpo contribui com a saúde e com a longevidade. Com um corpo saudável, nos sentimos mais dispostos a enfrentar os desafios que a vida nos impõe. Somos mais enérgicos, produtivos e eficientes.

A prática de atividades físicas, fazer caminhadas e ter uma alimentação equilibrada são bons exemplos de cuidados pessoais que podem e devem ser contínuos. Você também pode testar dança ou a prática de algum esporte.

Outra prática fundamental para qualquer pessoa, é adotar uma rotina equilibrada de sono, que garante o descanso do corpo e da mente para a reposição de energia. Dormir bem tem relação direta com uma vida mais equilibrada.

Além de movimentar e relaxar seu corpo, também pode experimentar pequenas práticas como criar um ritual de skincare (cuidados com a pele), o uso de um perfume que lhe seja agradável, um banho prolongado, ou uma roupa confortável. Explore todos os sentidos sensoriais e descubra seus gostos.

A atividade física e os estímulos sensoriais contribuem muito para a redução do estresse e da ansiedade, contribuem também com uma vida com menos patologias.

Autocuidado e Saúde Emocional:

Os cuidados com a saúde não se limitam ao organismo e, por isso, dedicar atenção ao seu estado emocional é tão importante quanto cuidar do corpo.

Sem autoconhecimento não conseguimos controlar nossas emoções. É muito importante entender e se conectar com suas emoções. Apesar de não pode evitar senti-las, pode desenvolver formas de lidar com cada uma delas. Pode também rever seus hábitos e modificar comportamentos, buscando trabalhar seus pontos fracos e usando seus pontos mais fortes como elementos que te darão força nessa jornada de autodescoberta.

Práticas como meditação e psicoterapia são grandes aliadas da saúde emocional. Porém, também são consideradas cuidadosas, atividades como: ler um livro, praticar um hobbie e reservar momentos para o lazer.

Se afastar de pessoas tóxicas e estreitar relações positivas e benéficas são formas de se cuidar e se valorizar a nível emocional. Aprender a determinar limites entre o que é aceitável para você ou não o auxiliará a escolher suas companhias e a melhor forma de usar seu tempo e energia.

Cuidar de si a nível emocional garante mais tranquilidade, contribuindo com uma vida mais equilibrada, melhores relações interpessoais e menos sentimentos negativos.

Como começar?

Se você chegou aqui, deve estar se perguntando: “Certo, e por onde eu começo?”. Não se apresse, não há segredo. A escolha das atividades fica por sua conta, mas separei algumas dicas sobre como introduzir hábitos em sua rotina. Veja só! 

  1. Comece com pequenos passos: Como todo hábito, precisa ser criado e repetido. Constância é mais importante do que volume. Comece uma mudança por vez, vá abrindo espaço em sua rotina para pequenos cuidados, dedique tempo e atenção a si mesmo. É assim que você aprenderá a se respeitar e valorizar.
  2. Marque um encontro com você mesmo: A rotina de autocuidados demanda tempo, por isso, reserve espaço na agenda para apreciar sua própria companhia. Cuide-se, faça exercícios, pratique o autoconhecimento e descubra o prazer em ter um hobbie pessoal.
  3. Experimente: Não tem receita, somos pessoas diferentes, da mesma forma que nossas necessidades e desejos. Espero que esse post sirva de inspiração, mas estas são apenas algumas sugestões de como você pode começar a se cuidar. Experimente atividades, crie rituais e se permita se descobrir, é uma aventura!
  4. Aprecie: O ideal é que os hábitos não sejam vistos como obrigações em sua rotina, e sim compromissos com você mesmo. Autocuidado requer conexão! Aprecie seus momentos para realmente se explorar e aprender mais sobre você, cuide do seu corpo, que é a sua casa; e da sua mente, que é seu guia.

Espero que o post sirva mais de inspiração do que guia. Autocuidado é uma jornada de aprendizado pessoal com o objetivo de trazer mais bem-estar para a vida de cada pessoa. Cuidar de si é o primeiro passo para uma vida mais plena e para estar apto a ir além, ajudando outras pessoas a terem o mesmo olhar e carinho por si.

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10 motivos para levar uma vida mais organizada

Mesa organizada para uma rotina mais produtiva.

Em meio a rotinas cada vez mais cheias, cada minuto do nosso tempo é valioso. Já se sentiu ansioso, ou mesmo sufocado, em meio à sua bagunça? Pois é, todos nós temos a nossa.

Então, continue a leitura até o final para descobrir como a organização pessoal pode transformar a sua vida.

A organização física do espaço que nos cerca é apenas a etapa inicial de uma vida nos trilhos. Organizar é encontrar problemas e criar uma lógica para resolvê-los. Ou seja, é propor soluções práticas, agrupando e categorizando itens, de modo que cada coisa tenha seu lugar pré-estabelecido.

Mas, longe de parar por aí, se você deseja levar uma vida organizada, precisa desenvolver a habilidade de manter a ordem, fazer planejamentos e segui-los.

As emoções têm papel fundamental na capacidade de se organizar, assim como, levar uma vida organizada, com rotinas estabelecidas, tem grande impacto no mundo interno.  Até nossa saúde física pode ser alterada a depender das condições ambientais à nossa volta.

Organizar-se é conseguir analisar o ambiente, as pessoas e a si mesmo, estabelecer planos e metas coerentes e ser capaz de seguir as ações planejadas. Assim, podemos entendê-la como um conjunto de hábitos e métodos que podem melhorar seu desempenho em diversas áreas da vida.

A seguir, você confere uma lista com 10 benefícios de incorporar a organização em seu dia a dia:

  1. Produtividade: Gastando menos tempo com bagunça e com mudanças de contexto, você se sentirá mais apto a focar no que realmente deve ser feito. A procrastinação vai embora e sua rotina fica mais eficiente;
  2. Economia: Talvez você não veja relação direta, mas a verdade é que ser organizado tem impacto real em sua saúde financeira, pois anotar e ter controle dos gastos te ajuda a poupar com coisas desnecessárias e a encontrar gargalos no orçamento. Planejando as despesas e anotando tudo, você obtém um uma visão geral de seu fluxo de caixa;
  3. Memória: Chega de tanto esforço para lembrar de tudo e frustração por não dar conta! Tenha uma agenda e/ou um bloco de notas à disposição. Anote seus afazeres, as tarefas novas que chegam e priorize seus compromissos. As listas são aliadas da organização e da nossa mente;
  4. Redução de Ansiedade: Conseguir visualizar todos os seus afazeres, traçar caminhos e prioridades, ajuda a reduzir a ansiedade. Além disso, a própria organização do ambiente físico pode ajudar a relaxar, por ser uma atividade que requer criatividade e foco no momento presente;
  5. Gestão de Tempo: Além do principal, que é parar de gastar seu tempo com bagunça e retrabalho (já que organização é criar uma ordem lógica e duradoura). Criar rotinas contribui com a otimização de suas tarefas. Anote seus compromissos na agenda, estabeleça horários para realizar suas atividades, e não deixe de reservar um tempinho para os imprevistos que aparecerão no dia a dia. Lembre-se sempre que descansar e recarregar as energias é necessidade básica do organismo e fundamental para quem quer levar uma vida mais produtiva; 
  6. Autoestima: Sim, a organização também contribui com a autoestima! A saúde mental é grande aliada e impactada na organização. Quando você percebe que sua vida está em ordem, consegue cumprir com seus combinados e tudo parece caminhar, se sente mais confiante e determinado. Isso sem falar na sensação de bem-estar de viver em um ambiente limpo e organizado;
  7. Cumprimento de Metas: Quando você consegue ter clareza sobre seus afazeres, delega tarefas e divide suas metas em pequenas atividades realizáveis, fica mais fácil manter o foco para executá-las pouco a pouco, rumo a seus objetivos;
  8. Redução de Estresse: À essa altura os pontos já estão se ligando sozinhos, não é mesmo? Uma vez que sua vida está organizada, você se sente bem, produtivo e consegue gerir melhor seu tempo, é natural que se sinta menos atarefado, pressionado ou estressado. Eu avisei que a organização e a saúde física e mental caminham juntas;
  9. Relacionamentos: Com menos fontes de estresse, uma rotina otimizada e conseguindo cumprir com suas estratégias, os relacionamentos interpessoais tendem a ter significativa melhora. Use a organização entre as pessoas com quem convive e logo será recompensado com seus benefícios, divida claramente tarefas, delegue responsabilidades e crie um sistema prático que funcione no ambiente de sua casa, trabalho, e onde mais desejar;
  10. Tempo: Eu sei que já falamos em tempo, mas tem coisa melhor do que sentir que sobra tempo no seu dia para aquilo que realmente importa? Reserve tempo para o lazer e o descanso, para estar com filhos e amigos, para se dedicar a um hobbie ou simplesmente para não fazer nada. Com esse conjunto, sua vida ficará mais equilibrada e harmônica.

           

Investir tempo hoje para pensar e estabelecer uma rotina fará uma verdadeira transformação em você!

Pense em sua rotina, entenda suas necessidades e comece já a elaborar seu plano de ação.

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4 Dicas para criar ou mudar um hábito

Agenda para organizar hábitos.

Você já teve vontade de incorporar um hábito saudável à sua rotina? Ou então, sente vontade de abrir mão de um antigo, mas não consegue largá-lo?

Criar ou modificar hábitos não é uma tarefa fácil, mas, uma vez que entendemos como o mecanismo funciona, descobrimos como dar um empurrãozinho para adotarmos uma rotina mais satisfatória e alinhada com nossos desejos. É sobre isso que vou falar no artigo de hoje.

Segundo Charles Duhigg, autor de “O poder do hábito”, hábitos são as escolhas que fazemos deliberadamente em algum momento e, nas quais paramos de refletir depois, apenas continuando a fazer.

Isso acontece porque o cérebro humano é como uma máquina de repetição, uma vez que aprende a fazer algo, tende a repetir para economizar energia. Então, com o tempo, essas decisões que foram tomadas em certo momento se tornam comportamentos automáticos que, às vezes, nem reparamos que fazemos.

Sendo um comportamento aprendido, temos condições de modificar ou criar novos hábitos. Para tal, é necessário, antes de tudo, identificar a deixa, ou seja, o que acontece antes do comportamento que o desperta, o momento ou as razões pelas quais o realizamos; depois entender a rotina, que é o comportamento ou atividade executada pelo hábito; por fim, identificar qual a recompensa que ele gera, aquilo que acontece imediatamente depois.

Como o cérebro funciona por associação, uma vez que aprendemos um comportamento e passamos a executá-lo, paramos de refletir sobre ele. É assim que nascem os hábitos. Não podemos simplesmente “perder” um hábito, deixando-o para trás, mas podemos reprogramar essas associações que nosso cérebro executa. Basta entender o que configura o hábito e realizar pequenas alterações, de forma a adquirir um novo padrão.

Então, para criar ou mudar um hábito, você precisa:

  1. Observar e entender sua rotina para encontrar os componentes do hábito: a deixa (o que o motiva), a rotina (o comportamento) e a recompensa;
  2. Estabelecer pequenos objetivos: sempre que desejar alcançar uma meta, quebre-a em pequenas tarefas, assim poderá subir um degrau de cada vez e a cada novo objetivo alcançado, estará mais próximo de seu desejo final;
  3. Manter o novo comportamento em sua rotina: no começo é necessário fazer um esforço consciente, lembrar-se de executar o comportamento, lutar contra empecilhos, preguiça e tudo o que pode surgir pelo caminho. Aqui vale tudo: Crie lembretes no celular, anote na agenda, faça tudo o que possa te ajudar e estimular;
  4. Acompanhar seus progressos: anotar é importante para que você possa acompanhar – e comemorar – suas pequenas vitórias. Isso vai estimulá-lo a continuar seguindo seu foco.

Quando menos esperar, o hábito estará moldado. A partir daí é só fazer a manutenção, ou seja, garantir que ele continue congruente com suas atividades, garantindo uma vida mais plena, onde todos os seus esforços sigam na mesma direção.

E aí, já sabe qual o primeiro hábito que você quer mudar? Me conta aqui nos comentários!

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Arrumado não é Organizado!

Mulher organizando uma  pilha de roupas.

Se você chegou aqui esperando encontrar uma solução mágica para a bagunça, sinto lhe informar que não conheço nenhuma. Mas, lendo até o final, descobrirá algo que pode mudar a sua vida e, de brinde, ganhar algumas dicas. Está pronto?

Para começo de conversa, quero deixar claro que é isso mesmo: arrumado não é organizado!

Calma, você já vai entender a diferença entre os dois para poder escolher o que a sua casa ou a sua vida, realmente precisam.

Sabe quando você vai receber uma visita e guarda tudo dentro do armário? O balcão fica livre, bem arrumadinho. Dá uma sensação de paz, não dá? Eu sei, já senti também. Mas quanto tempo isso dura? Na minha experiência, um ou dois dias, no máximo. E nem vamos falar sobre o medo de precisar abrir a fatídica porta e deixar tudo cair rolando.

Isso acontece porque arrumar é acomodar as coisas, ajeitar para fazer caber, encaixar. Mas, o simples ato de tirar da vista é como varrer a sujeira para baixo do tapete: ela continua lá. Você até pode sentir que tudo está organizado, esteticamente agradável, mas o trabalho não é duradouro e logo a bagunça está de volta.

Então, se arrumar pode ser fácil, mas não resolve o problema, o que fazer com tudo o que eu tenho em casa?

Arrumar pode ser o primeiro passo, para tirar o excesso de coisas da frente, mas não é solução. Seja em casa, na bolsa ou no escritório, o segredo é: Organizar! Uma vez e de uma vez por todas.

Organizar é, em essência, pensar. Encontrando uma lógica que funcione para cada pessoa e ambiente. Quem se dispõe a organizar está em busca de soluções práticas e definitivas. Assim, podemos dizer que organizar é ser capaz de reconhecer um problema e de solucioná-lo.

A Organização é um evento único e por isso requer o investimento de tempo. Fique tranquilo, você será recompensado com agilidade, produtividade, menos estresse e não perderá mais tempo com retrabalho.

Categorizar é parte fundamental da organização, é preciso pensar na utilidade de cada objeto e encontrar um grupo ou categoria para ele. Cada agrupamento ou tipo de item deve ter sua “casa”, de forma que, após o uso, você sempre saberá para onde aquilo deve voltar.

Encontrando um lugar para cada coisa, você sempre sabe onde está tudo o que precisa. Por esse motivo, toda organização deve ser personalizada de acordo com os itens, espaço e necessidades da pessoa que irá se beneficiar dela.

Não deixe de envolver a pessoa que usará o ambiente no processo de organização, já que, posteriormente, ela será a responsável por respeitar as categorias e manter cada coisa em seu lugar.

Para começar a organizar hoje:

Se liga nessas dicas para te ajudar na organização!

  1. Desapegue:O primeiro passo para a organização de um cômodo é o desapego, confira cada item e se desfaça de tudo aquilo que já não tem mais utilidade. Crie uma pilha para doações, afinal o que não serve para você ainda pode servir para outra pessoa; e uma pilha com os itens que devem ser descartados no lixo ou reciclados. Reduzir é a etapa inicial pois, ao final dela, você saberá exatamente a quantia de coisas que tem.
  2. Foco na funcionalidade: A funcionalidade deve vir antes da estética, pois de nada adianta organizar seu guarda-roupa como se fosse uma vitrine de loja se isso não for prático e funcional para sua rotina. Coisas muito elaboradas podem ficar difíceis de se manter e, portanto, não colaboram de verdade com a otimização do seu tempo.
  3. Crie categorias: As categorias são como “famílias”, você pode agrupar itens por função ou tamanho. Tenha clareza de sua lógica e escolhas, assim será mais fácil classificar cada novo item que chegar e não haverá confusão na hora de guardar um objeto após seu uso. Também é possível criar subcategorias que otimizem o espaço ou ordem de uso das coisas. Tudo depende de suas necessidades e prioridades.
  4. Organize aos poucos: Um cômodo por vez, um móvel por vez. É mais importante se demorar em criar categorias definitivas e funcionais do que querer dar conta de fazer tudo em um dia só e terminar exausto, correndo o risco de relaxar ou desistir no meio do caminho. Não se apresse, o que você está fazendo é uma verdadeira mudança em sua vida, e isso leva tempo!
  5. Crie rotinas: Depois de organizar, você verá como será capaz de poupar tempo. Para se beneficiar ainda mais, crie rotinas bem definidas que lhe ajudem a gerir seu tempo e ser mais produtivo. Use e abuse de listas para não esquecer nenhuma tarefa.
  6. Depois de organizar, pode arrumar: A arrumação não é uma vilã! A vida é corrida, nós usamos as coisas, e as tiramos do lugar. Não tem problema, uma vez que você estabeleceu uma ordem lógica e faz a organização trabalhar para você. Agora basta arrumar os poucos itens que ficaram fora do lugar. Na verdade, o trabalho de arrumação deve ser frequente, já que funciona como manutenção da organização.

Então me conta, hoje a sua casa está arrumada ou organizada?

Respira fundo e mão na massa 🙂

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Como Conquistar de Vez o Hábito da Leitura

Mulher sentada em livraria lendo um livro.

Você é do tipo de pessoa que adora entrar em uma livraria, admirar capas de livros e se encantar ao ler as sinopses na contracapa? Talvez até compre alguns dos títulos mais atrativos ou indicados. Só que os livros ficam lá, eternamente parados na sua estante.

Se você deseja mudar esse cenário e criar uma rotina de leitura, continue lendo até o final e descubra como fazer da leitura um hábito saudável e prazeroso em sua vida.

Primeiro, é importante destacar que a leitura é uma das mais importantes maneiras de entrar em contato com o mundo. E o hábito da leitura pode servir aos mais diversos objetivos, como: podemos ler para nos informar; ler para estudar e aprender sobre um determinado assunto; ou ainda, podemos ler por prazer, apenas para saboreando as palavras e aumentando nosso repertório cultural. 

Caso ainda não esteja convencido, confira os benefícios de incorporar a leitura em sua rotina: 

  • Enriquecer vocabulário;
  • Ajuda a desenvolver a habilidade de comunicação: quanto mais você ler, mais facilidade terá para escrever e se expressar;
  • Oferece visões de mundo e pontos de vista diferentes dos nossos, funcionando como uma excelente expansão de consciência;
  • Ensina coisas novas;
  • Estimula a capacidade imaginativa e é um alimento para a criatividade;
  • Aumenta repertório cultural;
  • Auxilia na capacidade de entender e interpretar fatos e dados;
  • Oferece a chance de conhecer outros mundos sem precisar sair do lugar.

Mesmo assim, muitas pessoas sentem dificuldade de desenvolver o hábito da leitura.

Então aqui estão algumas dicas infalíveis para você conquistar de vez esse hábito:

  1. Comece: Parece óbvio, mas não podia ser mais verdadeiro. O segredo para desenvolver qualquer hábito é começar, fazendo um esforço para arranjar e preservar tempo para realizar a atividade. O hábito não se criará sozinho, você precisa se dedicar a ele até que seja naturalmente incorporado à sua rotina.
  2. Procure assuntos de seu interesse: Já vi muita gente desistir de ler, alegando que livros são chatos. Me soa como uma ofensa! Mas, vamos lá: o mais importante é que a leitura seja um momento prazeroso, caso contrário não dedicaremos esforço algum a ele. Ninguém lê para ficar entediado, concorda? Se quiser chegar até a última página, você precisa experimentar, se permita flutuar entre gêneros até descobrir o que lhe agrada. Sem julgamentos, ok? O lazer – e prazer – é todo seu. 
  3. Priorize qualidade: Não adianta se forçar a ler um livro só porque todo mundo já leu, tampouco adianta ler só para dizer que leu. Dê preferência a títulos que sejam de seu interesse e cujo conhecimento possa agregar valor, ou seja, lhe ensinar algo. A leitura não acaba quando fechamos o livro, é importante que a história ou conteúdo continue ressoando em nós, ela tem o poder de nos transformar. 
  4. Encontre um ambiente ideal: Algumas pessoas leem no ônibus, outras em uma sala barulhenta com a TV ligada, mas algumas precisam de silêncio absoluto. Apesar de poder ler em diversos momentos e locais, para aumentar ainda mais o prazer dessa atividade, uma boa dica é encontrar um lugar ideal, que seja confortável e te desperte a vontade de ter um livro como companhia. Vale preparar todo o ambiente, a luz, o som e até a bebida ou lanchinho que irá acompanhá-lo.
  5. Reserve espaço na agenda: É claro que é ótimo quando conseguimos ler nas horas vagas, uma boa maneira de aumentar o ritmo de leitura é ler em intervalos, otimizando seu tempo. Mas, também é fundamental encontrar um horário para ler sem interrupções, dê prioridade ao livro para conseguir entrar na história e aproveitar ainda mais o conteúdo. 
  6. Crie metas: Criar metas de leitura ajuda a estabelecer um bom ritmo de leitura, isso porque o cérebro quer sanar o desafio. Você pode criar uma meta de número de livros ou de páginas lidas para o ano e quebrar essa meta em blocos menores, como metas mensais e até um número mínimo diário, assim manterá um ritmo confortável. 
  7. Faça marcações: Esse assunto é polêmico, já que algumas pessoas são expressamente contra fazer qualquer marcação ou grifo em seus livros. Existem alternativas menos invasivas, como post-its e tirinhas colantes, caso não queira escrever ou riscar as páginas. O importante é que você possa manusear o livro durante a leitura, pois esse contato ajuda a fixar a aprendizagem. Faça resumos, destaque partes que lhe interessem ou que você queira encontrar facilmente depois.
  8. Se puder, leia mais de um livro ao mesmo tempo: Essa dica é comprovada cientificamente. Estudos afirmam que esse hábito força o nosso cérebro a lembrar de mais coisas e abrir espaço para mais memórias, além de aguçar a concentração, isso porque o cérebro é um músculo, e exercitando-o, ele se torna ainda mais forte. Caso ache difícil, uma boa dica é alternar entre estilos, por exemplo, ler um romance e um livro de poesias. 
  9. Procure dicas ou participe de grupos: Existem diversos fóruns e até redes sociais que reúnem pessoas com a mesma paixão pelos livros. Estar em ambientes que valorizam o hábito da leitura é uma forma de se manter estimulado e atualizado. Você pode acompanhar lançamentos, procurar por classificações e resenhas, enfim, tudo que o insira cada vez mais no mundo dos livros. 
  10. Use a tecnologia a seu favor: Apesar de a internet e os dispositivos serem uma grande fonte de distração, podemos usá-los como aliados na hora da leitura. Você pode optar por um dispositivo de leitura digital como alternativa a livros em formato físico, pode usar o bloco de notas do celular para anotar suas citações preferidas e pode usar aplicativos para criar e acompanhar suas metas. Vale tudo, menos perder o foco da leitura, combinado? 

Boa leitura! 😊

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10 Dicas para começar a fazer Listas hoje

Listas para organização da rotina e aumento de produtividade.

Para iniciar nossa conversa, acho importante dizer que esse texto só existe porque fiz uma lista de tópicos antes de escrevê-lo. 

Listas são as maiores aliadas da organização. A neurociência afirma que listas e tópicos são mais facilmente processados pela mente, ajudando na categorização e memorização de informações. 

Listar tarefas para ajudar na organização do cotidiano e das atividades é um dos maiores aliados da produtividade. Pessoas que usam esse recurso conseguem priorizar a ordem de execução, dosando bem sua atenção e, por consequência, gerenciando melhor seu tempo. 

Anotar suas pendências é uma forma de obter um mapa visual de tudo o que se tem para fazer. Esse exercício valioso permite esvaziar a mente, colocando no papel tudo aquilo que antes se esforçava para lembrar. Tendo listas como auxiliares, você pode se focar no que realmente importa, sem gastar energia tentando reter os itens na memória. 

Ter uma agenda como ferramenta, por exemplo, é ter a garantia de que não esquecerá nenhum compromisso. Além de organizar a estrutura temporal do seu dia, ela auxilia na tomada de decisões e na escolha de quais devem ser suas prioridades. 

Você pode criar listas para diferentes áreas da sua vida, basta aprender a categorizar os itens, agrupando os temas que podem ser executados em sequência ou que dizem respeito a um mesmo assunto. 

Não apenas para organizar seu próprio trabalho, você pode usá-las ainda como recurso na hora de delegar tarefas a outras pessoas. Anote todos os itens que delegou em uma lista de “aguardando resposta”, assim pode revisá-la periodicamente e saberá os prazos, pessoas responsáveis e o que deve ser cobrado. 

Também é uma excelente ferramenta para projetos compartilhados, onde tudo deve ser registrado para que o grupo todo tenha acesso às informações, o andamento e a conclusão de cada atividade. 

Um segredo para conseguir cumprir grandes projetos ou atingir metas é quebrá-los em tarefas menores, estabelecendo submetas, assim, você caminha, passo a passo, rumo ao êxito. Lembre-se sempre de priorizar as atividades da lista e executá-las na ordem que for necessária ou mais conveniente para você. Faça com que a organização trabalhe a seu favor! 

Também é preciso destacar o poder do cumprimento de uma lista. É fato que sentimos prazer ao riscar um item da lista. Saber que concluímos algo é fator de motivação e engajamento. Poder acompanhar de maneira visual e concreta a conclusão de tarefas nos mostra o quanto somos capazes, estimulando a vencer desafios. É uma maneira tangível de acompanhar a capacidade, além de ser uma boa métrica de desempenho e desenvolvimento.  

A seguir, estão alguns tipos e sugestões de listas que podem te ajudar a começar a organizar sua rotina: 

  • Tarefas;
  • Compromissos;
  • Compras;
  • Viagens;
  • Itens para uma festa;
  • Delegar Tarefas; 
  • Pendências;
  • Prioridades;
  • Prós e Contras.

A lista é só o primeiro passo para uma vida mais organizada e produtiva. Uma vez que você pode canalizar sua energia em outras coisas, é preciso se dedicar à execução das tarefas. 

Confira essas dicas para não se perder nunca mais na organização de sua rotina:

  1. Anote tudo: Use uma agenda ou aplicativos, as ferramentas são suas aliadas na organização. É mais inteligente usar um pouco de tempo para organizar a rotina do que deixá-lo escapar enquanto tenta se lembrar de todos seus compromissos e afazeres. 
  2. Respeite seu tempo: Uma vez que você anotou, tem conhecimento de tudo o que tem para fazer, com suas devidas demandas de tempo, energia e prazos. Você precisa ser o guardião do próprio tempo, por isso, comprometa-se a realizar aquilo que se propôs, de forma coerente e razoável. 
  3. Reserve tempo para os imprevistos: Por mais organizado que seja, e por mais que se comprometa consigo mesmo, sempre surgirão imprevistos que precisarão de atenção imediata e passarão na frente do planejamento. Por isso, é importante que você não comprometa todo o seu tempo, deixe que sobrem janelas ou intervalos para lidar com essa demanda imediata e, se necessário, restabeleça a ordem e prioridade dos itens.
  4. Tenha uma caixa de entrada: Pode ser o bloco de notas do celular ou um caderninho de papel na bolsa. Tenha um lugar para anotar tudo o que chega de novo, assim você não precisa comprometer sua memória e atenção com as novas demandas, podendo direcioná-las posteriormente às devidas categorias. 
  5. Abuse das listas: Faça várias listas, use e abuse desse recurso. Ao invés de criar uma grande lista, separe-as por categorias ou contextos. Isso te permite ir direto ao ponto, se focando apenas no que importa em cada momento. 
  6. Divida projetos: Isso mesmo, divida grandes projetos em algumas listas de atividades, use o critério mais conveniente para cada situação, como prioridade, tipo de tarefa, local de execução ou ordem de dependência (caso a execução de um item dependa da conclusão do anterior). O mais importante é quebrar algo grande em pequenos pedaços que serão mais facilmente realizáveis. Sem nunca perder a dimensão do todo, é claro. 
  7. Revise: Tão importante quanto anotar, é revisar. Encaixe em sua rotina o momento de revisitar e revisar suas listas, isso te permitirá acompanhar o andamento dos projetos, além de ajudar a não esquecer de nada. 
  8. Não esqueça das tarefas delegadas: Sempre que uma atividade for delegada a outra pessoa ou estiver em uma etapa de espera, anote. Assim, ao fazer sua revisão, poderá conferir os prazos e entrar em contato com o responsável, se necessário. 
  9. Se dê recompensas: Você pode criar um sistema de recompensas para quando concluir um item ou lista. Afinal, é preciso comemorar pequenas vitórias e visualizar progressos. 
  10. Descanse: Ufa! Não esqueça que dentro de sua agenda, deve sempre haver um tempo reservado ao descanso e ao lazer. Ninguém consegue ser produtivo se estiver exausto. 

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5 Dicas para praticar a Gratidão todos os dias

Você já reparou que quando nos tornamos conscientes sobre algo e passamos a prestar mais atenção, aquilo começa a surgir com mais frequência? 

É isso mesmo: quando nos concentramos em um tema, ele começa a ficar cada vez mais presente, parece até que, de repente, está em todos os lugares! 

Talvez você já tenha ouvido falar em “Sistema Ativador Reticular”, ou S.A.R., para os íntimos. Esse sistema fica em nosso cérebro, sendo o responsável pela filtragem de toda informação que processamos. Já que não damos conta de absorver todos os estímulos que estão à nossa volta, o S.A.R. funciona como um filtro, deixando entrar somente a informação que é relevante. Isso é o que nos permite focar nas coisas importantes. 

Pote com mensagens de Gratidão.

Então, que tal se focar nos motivos que você tem para ser grato à vida?

Pessoas que são gratas tendem a ser mais felizes e saudáveis. Pesquisas científicas mostram que existem relações entre o sentimento de gratidão e o bem-estar emocional e social, além de melhoras significativas na lida com o estresse e sintomas dele derivados. 

A gratidão vem da capacidade de ressignificar o que acontece em nossas vidas, ajudando a adotar um olhar e atitude mais positivos em relação ao mundo. E, com isso, mudando o nível de satisfação com o que vivemos e experienciamos. 

Ao mudar de atitude perante ao que acontece ao nosso redor, estando mais abertos, mudamos também a forma como recebemos o conteúdo que chega de fora. 

Nossos filtros são reprogramados para perceber as situações de outra maneira. Aquela história de que “nem todo dia é bom, mas todo dia tem algo de bom” não poderia ser mais verdadeira, e é o que logo constatamos quando deixamos nossa atenção voltada para as pequenas coisas que acontecem no cotidiano. 

Confira essas dicas para reprogramar sua percepção:

  1. Comece Pequeno: que tal pensar em uma coisa boa que aconteceu no seu dia?
  2. Faça disso uma rotina: é importante que todas as noites você pare e reflita sobre seu dia. Procure ao menos uma coisa ou momento pelo qual seja grato. A facilidade que você tem em pensar e localizar essa coisa é um ótimo termômetro de como está sua vida hoje;
  3. Registre: assim que você escolher uma ou mais coisas pela qual é grato, anote em um papel (tudo bem, vale até fazer uma planilha ou anotar na agenda);
  4. Continue: persista no exercício e verá que aos poucos ele vai ficando mais natural, podendo virar um hábito. Você vai se acostumando a encontrar bons momentos em seu dia, podendo até se proporcionar mais momentos prazerosos, já que está tão atento agora ao que lhe faz bem;
  5. Releia: de tempos em tempos, volte às anotações e se reconecte com o que vem anotando. Esse momento pode ser como um feedback, no qual tem a chance de, a partir de sua própria percepção, descobrir o que mais tem lhe feito bem, a frequência com que as coisas se repetem, o que poderia aumentar, diminuir e até o que, apesar de tão presente na rotina, nunca é motivo de agradecimento.

Que tal aproveitar a virada do ano para começar a anotar seus bons momentos? Deixe um bloco em sua mesa de cabeceira e anote todas as noites, antes de ir dormir. Pode ser um passeio, um telefonema, algo gostoso que tenha comido no jantar, ou mesmo um banho quente e relaxante no fim do dia. O importante é encontrar aquilo que lhe faz bem. 

Saber reconhecer o que há de bom em sua rotina é um exercício de expansão de consciência e de felicidade, pois além de resultar em maior autoconhecimento, possibilita ajustes na rotina para acrescentar ou retirar determinados estímulos. 

Esse hábito também funciona como uma reserva emocional para que em momentos de crise, você esteja apto a reconhecer pequenas coisas que lhe fazem bem mesmo em meio a um turbilhão.

E lembre sempre: as dificuldades passam! O ser humano tem a incrível capacidade de se adaptar e ser flexível, podendo ressignificar eventos, aprender coisas novas e mudar ou descartar velhos hábitos.